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Esportes 2 min read 4h ago

Jogadores pressionam Infantino a deixar a presidência da Fifa

  • Um grupo de jogadores atuais e ex-atletas publicou manifesto nas redes sociais exigindo a saída de Gianni Infantino da presidência da Fifa.
  • Entre os envolvidos está Mikaël Silvestre, ex-defensor de Manchester United e Arsenal, que integra o próprio painel antirracismo da Fifa e participou do programa Fifa Legends.
  • Samuel Eto'o saiu em defesa de Infantino, afirmando que o presidente não teria feito nada de errado, revelando divisão entre figuras históricas do futebol.
Jogadores pressionam Infantino a deixar a presidência da Fifa
Jogadores pressionam Infantino a deixar a presidência da Fifa

Um grupo influente de jogadores atuais e ex-atletas intensificou a pressão sobre Gianni Infantino ao divulgar um manifesto amplamente compartilhado nas redes sociais com a mensagem direta: "chega". O documento pede mudanças na liderança da Fifa e representa mais um capítulo de uma crise que se aprofunda ao redor do presidente da entidade.

Quem está por trás do manifesto

A iniciativa ganha peso institucional pelo perfil de seus signatários. Parte dos envolvidos na circulação do manifesto já atuou como embaixador da Fifa dentro do programa Fifa Legends. Entre eles está Mikaël Silvestre, ex-defensor de Manchester United e Arsenal, que também integra o painel de 16 membros criado pela própria entidade para apoiar iniciativas antirracismo — o chamado players' voice panel. A participação de figuras ligadas a programas oficiais da Fifa torna a dissidência particularmente significativa.

Acusações e defesa

O grupo acusa Infantino de ser excessivamente ambicioso por poder, segundo o conteúdo do manifesto. Já o ex-atacante camaronês Samuel Eto'o assumiu posição contrária, afirmando que o presidente não teria "feito nada de errado" — uma defesa que expõe a divisão de opiniões entre personalidades históricas do futebol mundial.

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A contestação ao comando de Infantino se dá em múltiplas frentes. A Nova Zelândia já rompeu com a entidade enquanto a OFC mantém seu apoio ao dirigente, sinalizando que o isolamento de Infantino vai além do círculo de jogadores. O fato de ex-embaixadores institucionais da Fifa agora engrossarem o coro por sua saída representa uma ruptura de credibilidade difícil de ignorar.

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